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Direco liderada por Jos Lus Cacho deixa Administrao do Porto de Aveiro com liquidez confortvel

José Luís Cacho anunciou esta segunda-feira ter cessado funções como presidente da Administração do Porto de Aveiro e do Porto da Figueira da Foz, devendo suceder-lhe Pedro Braga da Cruz.

“Cessámos esta segunda-feira as funções que desempenhámos na Administração do Porto de Aveiro (APA, S.A.), desde maio de 2005, e na Administração do Porto da Figueira da Foz (APFF, S.A.), desde dezembro de 2008, com o sentimento do dever cumprido”, anuncia José Luís Cacho em texto enviado à Lusa.

O sucessor de José Luís Cacho, já indigitado, é Pedro Braga da Cruz, atual presidente da Assembleia Municipal de Ovar pelo PSD e nome que tem vindo insistentemente a ser apontado para o lugar.

Na despedida, José Luís Cacho faz um balanço da sua gestão entre 2005 e 2015, tendo como visão para o Porto de Aveiro, “ser um dos mais competitivos portos da fachada atlântica no transporte marítimo de curta distância, com um amplo polo logístico e industrial”.
Até hoje responsável pela administração portuária de Aveiro, Cacho garante deixar ao seu sucessor uma “liquidez imediata" e “uma posição financeira que permite encarar o futuro com suficiente conforto” e aconselha que o Porto de Aveiro “deve continuar a investir para se manter competitivo”.

Ao despedir-se da Administração do Porto de Aveiro, salienta as relações diretas com os clientes do Porto de Aveiro, com “o incentivo ao papel de uma forte comunidade portuária na discussão dos assuntos do porto” de que resultou o novo modelo de operação portuária.

Por outro lado vinca que, durante a sua gestão, a dupla aposta nas vertentes logística e industrial permitiu firmar contratos de longo prazo que levaram a novos investimentos e novas cargas no Porto de Aveiro, dando como exemplo os celebrados com a Prio, BP, Teixeira Duarte e Sograin, que “só por si, significam um investimento privado de 80M€ e cerca de 1 000 000 toneladas no porto”.

Em contexto de restrições, sublinha o desafio de realizar investimento, com rigor e contenção de custos, que permitiu chegar a 2014 “com uma dívida líquida de zero” e não só: 17 milhões de euros do lado das disponibilidades financeiras e, do lado do financiamento de longo prazo, o mesmo montante para amortização ao Banco Europeu de Investimento nos próximos 17 anos.

“Foram muitas as obras realizadas, representando um investimento que rondará os 160 milhões de euros” e mesmo assim a APA conseguiu “manter a estrutura nominal de custos a montantes de 2005, face a um crescimento do volume de negócios, o que representa uma diminuição real de 30% nos custos totais da empresa”, conclui.

Contactado pela Lusa, Pedro Braga da Cruz confirmou ter sido indigitado para presidir ao conselho de Administração do Porto de Aveiro, mas escusou-se a tecer qualquer comentário, considerando que tal é prematuro, enquanto não for confirmado no cargo.

 








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