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Excursão dos Empregados Superiores do «Diário de Notícias» a Viseu e Aveiro - 1930


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VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE AVEIRO

No relato da ocorrência, o fiscal refere que tendo em conta os factos decorridos "numa obra do Estado", deveria ser dado conhecimento da mesma às autoridades. Assim, acompanhou a vítima ao Regedor de São Jacinto que referiu não ter competências para tratar o assunto. De seguida reportou ao Cabo do Mar que também afirmou não ter competência pelo facto de a ocorrência não decorrer dentro de uma embarcação. Por fim acompanhou o agredido a casa do enfermeiro da Escola de Aviação-Naval Gago Coutinho para cuidar dos ferimentos na cabeça e peito.



1930

“ Os funcionários superiores do ‘Diário de Notícias’, de Lisboa, - Directores de publicações, Chefes de Secção, Chefes districtaes, etc. – recreiam-se da labuta insana dos seus trabalhos fazendo uma formosa excursão através de dois belos districtos – Aveiro e Vizeu – organizada pelos Serviços de Propaganda e Expansão d’este grande jornal”.



PARTICIPAÇÕES DOS GUARDAS DA JARBA

"Exmo. Snr. Enginheiro Diretor dou conhecimento a V. Exa. de que o arrematante Manuel Barbosa da quinta do Loureiro trazia homens no corte das ramagens de amieiro e frança de choupo um dêles que era mudo e surdo não ouvindo os outros falar cortou duas pontas de choupo sêcas a onde eu cheguei e perguntei ao encarregado do Snr. Barbosa quem ao trizou cortar as pontas onde êle me disse que tinha sido o mudo depois eu foi ter com o Barbosa e contei-lhe o resoltado..."



O engenheiro saiu "gesticulando e gritando, numa atitude tão desmanchada, em plena rua e adiante de subordinados, dele e meus, do respeito que deve a si próprio e ofendendo-me a mim, desprestigiando-me e desautorando-me no exercício das minhas funções".



PASTA 76 E 76-A - PARTICIPAÇÕES DOS GUARDAS DA JARBA E AVULSOS – 1925-1949

Havia denunciados, denunciantes, testemunhas. O João Naia da Jacinta trabalhava na J.A.R.B.A. , testemunha; o padeiro João Casqueira foi denunciado, assim como Alberto Gomes da Luz (O Imaginário). Assim como José Labareda. Maria da Glória surge como transgressora; Manuel Lopes Fião é o camarada do arraes...



SILVÉRIO RIBEIRO DA ROCHA E CUNHA, III CONGRESSO REGIONAL DAS BEIRAS, 1928

Meus Senhores: - Não podem existir políticas de portos que sejam diferentes e sejam igualmente úteis; de todas será melhor aquela que se harmonizar com as condições geográficas do país e com as necessidades da economia interna e suas possibilidades de expansão”.
Assim iniciava a sua intervenção, no III Congresso Regional das Beiras, Silvério Ribeiro da Rocha e Cunha, à data capitão do Porto de Aveiro.
O magno encontro, que ficou para a história como o “Congresso de Aveiro”, decorreu nesta cidade de 13 a 16 de Maio de 1928.
 



A função de António Dias da Silva e dos outros guardas da J.A.R.B.A. talvez não. Só gosta dos guardas quem deles se socorre e eram poucos; muitos mais os denunciados, autuados, despedidos.
A Junta Autónoma era ao tempo gorda de poderes, era da Ria e da Barra de Aveiro.
Os guardas escreviam cartas contando os sucessos da jorna, denunciando albertos com alcunha de espantar – “O Imaginário”.
Arregimentavam blademiros para atazanar a vida ao Labareda e ao Espeta. Havia os que eram delas, também: o João da Jacinta, o Manoel da Laura.
Havia murros e houve tiros de susto: cresceram para mim todos os três indivíduos | descarreguei um tiro | atira para o meu cú.



GEOLOCALIZAÇÃO - DO ANCORADOURO DA GAFANHA AO RIO NOVO DO PRÍNCIPE

Ancoradouro da Gafanha, Fermelã, Cais de Ovar, Gafanha da Cal da Vila, Lugar das Cabeças, Ponte de Água Fria, Praia de Assequim, Quinta do Gato, Malhada da Praça do Peixe, Mamarrosa, Mataduços, Desembarcadouro do Telhadouro, Ouca, Salreu, Muro-cais da Malhada da Pega , Rio Novo do Príncipe …



PALAVRAS-CHAVE

A Bem da Nação, atitude tão desmanchada, conchas de berbigão, cresceram para mim todos os 3 indivíduos, descarreguei um tiro, eliminar os que forem considerados indesejáveis, faina da brincadeira, meios suasórios, morosidade demasiadamente prolongada, proceder energicamente contra os “meneurs” da greve, trabalhar mais e converçar menos, propaganda subterrânea de carácter comunista, pensado pelo enfermeiro…



VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Tanto quanto nos diz a memória, a Festa da Senhora dos Navegantes, da nossa meninice, tinha a marcá-la, como pormenor mais típico, a procissão até ao mar, para além do que era habitual em festas com um misto de religioso e profano. Acontecia na última segunda-feira de Setembro, pois no domingo anterior havia a festa da Senhora da Saúde, na Costa Nova.
A festa do Forte atraía mais os povos de Aveiro e Gafanha da Nazaré e a da Senhora da Saúde era mais ao gosto das pessoas de Ílhavo e Gafanha da Encarnação.



PORQUE HÁ HISTÓRIA, PORQUE HÁ MEMÓRIA



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